por
DANIEL LAM
Trânsito. Polícias queixam-se da falta de autos de contra-ordenação e têm de registar os dados em cadernetas para posteriormente os passarem para os impressos em falta e enviá-los pelo correio aos automobilistas que infringiram o Código da Estrada. Direcção Nacional da PSP nega haver problemas
Infractores só pagam após coima chegar a casa
Em várias localidades do País, agentes da PSP não têm autos de contra-ordenação directos para preencher e fazer os automobilistas pagarem na hora a infracção que acabaram de cometer, avançou ao DN fonte policial não oficial. Adiantou que esses autos são impressos na Imprensa Nacional - Casa da Moeda, mas ainda não chegaram às mãos dos elementos que fiscalizam o trânsito.
Sobre esta questão, fonte oficial da Direcção Nacional da PSP afirmou ao DN que a corporação "não possui actualmente qualquer problema com a impressão ou emissão de autos de contra-ordenação directos, que têm sido utilizados de acordo com as disponibilidades de todos os comandos".
Acrescentou que "a PSP dispõe ainda do Sistema de Contra-Ordenações de Trânsito (SCOT), que dispensa o uso do formato papel para introdução dos dados, pois o seu preenchimento é garantido por uma aplicação informática e a sua impressão também".
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