por
MANUEL CARLOS FREIRE
Defesa. Relatório da Organização para a Segurança e Cooperação na Europa
Cavaco Silva lembrou a prioridade de apoiar os deficientes militares
A forma como os veteranos de guerra e deficientes militares são tratados condiciona a imagem das Forças Armadas e afecta o recrutamento de jovens para as fileiras, indica um relatório da Organização para a Segurança e Cooperação na Europa (OSCE).
"Publicidade negativa sobre o deficiente tratamento dado aos veteranos pode afastar potenciais futuros recrutas" de se alistar nas Forças Armadas. "Enquanto empregador responsável, as Forças Armadas têm o dever de cuidar dos seus actuais e antigos empregados", afirma o relatório, relativo a 2008, do Gabinete para as Instituições Democráticas e Direitos Humanos da OSCE (ODIHR, sigla em inglês), sediado em Varsóvia.
"É no interesse das Forças Armadas como empregador cuidar dos veteranos, na medida em que melhores serviços para [esses combatentes] também podem ser vistos como um incentivo ao recrutamento." Acresce, prossegue o relatório, que "conceder melhores benefícios aos veteranos mostra aos actuais e futuros [efectivos militares] que as Forças Armadas são um empregador responsável".
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