por
FILIPE MORAIS
António Costa defende melhoria de condições de trabalho dos taxistas
A primeira fase do programa Táxi Seguro chegou ontem ao fim e todos os responsáveis (Câmara de Lisboa, Ministério da Administração Interna, cooperativas de táxis e Fundação Vodafone) o classificam como um sucesso. O programa conta já, a nível nacional, com mais de 1200 táxis, e ontem foram instalados mais 200 sistemas em táxis da capital.
António Costa, presidente da câmara de Lisboa, explicou que este é um investimento que cabe em 40% ao taxista, em 33% ao Ministério da Administração Interna e em 27% à autarquia, num custo total de 139 euros. "Esta é mais uma medida para a segurança nos táxis e vale a pena investir na segurança, porque é uma coisa que não tem preço", disse, referindo ainda que "vai prosseguir a instalação deste sistema em mais" viaturas.
O ministro da Administração Interna, Rui Pereira, considerou que "os táxis são instrumentos de liberdade, da liberdade de deslocação", pelo que defende também este investimento na segurança: "Não é possível prevenir todos os crimes, mas é possível prevenir muitos crimes e a tecnologia pode ser um instrumento da segurança, que é um direito fundamental. O projecto táxi seguro, disse, é um projecto de policiamento de proximidade, de segurança comunitária, que veio para ficar", sendo já aplicado a nível nacional.
Rui Pereira lembrou ainda que no arranque do programa, este sistema foi instalado em 700 táxis, a que se somam agora mais 200.
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