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A linha de sangue de Drummond

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GENEA PORTUGAL  

Portugueses e espanhóis na ascendência do vulto das letras brasileiras

O poeta brasileiro Carlos Drummond de Andrade nasceu em Itabira (Estado de Minas Gerais) a 31 de Outubro de 1902, sendo o nono de catorze irmãos. Divulgou o modernismo no Brasil, sendo considerado essencialmente poeta, embora também tenha sido cronista e escrito contos. Formou-se em Farmácia, em Belo Horizonte, onde casou em 1925 com Dolores Dutra de Moraes. Teve só uma filha, Maria Julieta Drummond de Andrade, também escritora, que morreu 12 dias antes do poeta, em 1987. Deixou três netos.

Foi seu pai o fazendeiro Carlos de Paula de Andrade, também nascido em Itabira (onde era proprietário da Fazenda do Pontal e do Retiro dos Angicos) e sua mãe Julieta Augusta Drummond (prima de Carlos de Paula). Era neto paterno do capitão-mor Elias de Paula Andrade, político, comerciante e proprietário da Fazenda Palestina (também em Itabira), e de sua mulher Rosa Amélia da Silveira Drummond.

Foi seu avô materno o irmão da avó paterna, António João de Freitas Drummond, sendo ambos filhos de Maria Manuela de Freitas da Silveira e de seu marido João António de Freitas Drummond, nascido em Itabira por volta de 1806. Este, além de fazendeiro, foi agente dos correios de Itabira, sendo neto do madeirense António João de Freitas Carvalho Drummond, que emigrou para o Brasil no séc. XVIII e foi nomeado "guarda-mor das águas minerais" da Freguesia de São Miguel da comarca de Rio das Velhas, em Minas Gerais. Lá, na zona de Itabira, constituiu património fundiário, encabeçado pela Fazenda Drummond, que passou a seus descendentes.

Foi seu bisavô paterno o poeta Francisco de Paula Andrade, comendador da Ordem de Cristo, o primeiro agricultor a plantar café em Minas Gerais, onde residiu com a sua família na Fazenda do Ribeirão, em Itabira (fora-lhe concedido em 1835 a sesmaria do Ribeirão do Cubas), e na Fazenda das Duas Barras, em Ferros. Era filho do alferes Francisco Joaquim de Andrade, proprietário em Minas, e de Maria Cândida da Cunha Ataíde, filha de Escolástica de Morais e João da Cunha Ataíde.Estes, fazendeiros em Caxambú, plantavam cana-de-açúcar para a indústria de rapadura e aguardente. Escolástica era neta de Gaspar de Godoy Colaço e de Sebastiana Ribeiro de Morais, da região de São Paulo, de onde Gaspar de Godoy foi forçado a sair por causa de um crime.

Gaspar de Godoy era neto paterno do cavaleiro castelhano Baltazar de Godoy, que foi para São Paulo no fim do séc. XVI, e neto materno de Atanásio da Mota, que herdou de seu sogro os cargos de escrivão da fazenda real e da alfândega da Vila de Santos.

Atanásio da Mota era bisneto de Martim Afonso de Sousa, governador da Índia e do Brasil, povoador e conquistador, construtor do primeiro engenho de açúcar no Brasil (em Santos), nascido em Vila Viçosa cerca de 1490. Martim Afonso de Sousa era da casa dos Senhores de Prado, descendente por varonia de Martim Afonso Chichorro, filho do rei D. Afonso III e de Inês Lourenço de Valadares, da antiga casa de Sousa.

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