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Massacre

Mineiros sul-africanos sob ameaça de despedimento

por Susana Salvador, com AFP  

Mineiros sul-africanos sob ameaça de despedimento
Fotografia © REUTERS/Siphiwe Sibeko

A empresa mineira Lonmin pediu aos grevistas de Marikana que voltem ao trabalho amanhã, sob ameaça de "possíveis despedimentos", três dias após o massacre de 34 mineiros às mãos da polícia.

"O ultimato final foi adiado para segunda-feira, dia 20, depois dos acontecimentos de quinta-feira", explicou Gillian Findlay, porta-voz da Lonmin num email enviado à AFP. "O ultimato final dá aos funcionários uma última hipótese de regressarem ao trabalho ou serem alvo de um possível despedimento", acrescentou.

Questionados pela AFP, os mineiros recusaram a possibilidade de voltar ao trabalho, por respeito aos 34 colegas mortos pela polícia, sem que a empresa responda às suas reivindicações.

Cerca de dois mil funcionários da mina de platina de Marikana entraram em greve a 10 de agosto, exigindo o triplicar dos seus salários, que é atualmente de quatro mil rands (cerca de 400 euros) por mês.


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