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Vaticano

Banco do Vaticano nega existência de contas anónimas

por DN.pt  

O diretor-geral do Instituto das Obras Religiosas (IOR), Paolo Cipriani, garantiu ontem que não existem contas numeradas neste organismo da Santa Sé, conhecido como Banco do Vaticano.

"Devemos retirar este véu que vem do nosso passado", afirmou Cipriani, que fez uma longa exposição sobre os mecanismos deste instituto financeiro perante 55 jornalistas de todo o mundo. O objetivo era tentar lançar alguma luz sobre esta instituição, que atraído todo o tipo de especulações.

O diretor do IOR fez ainda questão de sublinhar que este organismo "não é um banco" propriamente dito e que não tem relações de reciprocidade com outras instituições bancárias.

De acordo com Cipriani, o IOR dispõe de depósitos de cerca de seis mil milhões de euros, que correspondem às contas de 33 mil religiosos, congregações ou entidades diversas. Apenas 5% destes depósitos são utilizados para investimentos, mas sem caráter especulativo, garantiu Cipriani.

O diretor-geral do IOR enumerou os esforços que têm sido feitos pelo Instituto em prol da transparência, sem nunca falar no nome de Ettore Gotti Tedeschi, que até ao mês passado era presidente do IOR, mas foi demitido após a direção ter considerado que este não estava apto para continuar no cargo. À Reuters. Tedeschi disse que pagou pela sua "transparência".


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