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Baumann ou a coragem de resistir

 

"Considerei na época esta guerra como criminosa, genocida", disse Ludwig Baumann, o homem que viu a sua pena de morte ser comutada em 12 anos de prisão em penitenciárias e campos de concentração graças à fortuna do pai. Porque, em 1942, desertou da Wehrmacht com a ajuda de um francês cujo nome não revelou quando detido. Um "batalhão disciplinar" na frente leste foi o seu último castigo. Hoje, o criador da Federação Alemã das Vítimas da justiça Nacional-Socialista, ainda é ameaçado pela sua luta.


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