por Lusa, texto publicado por Isaltina Padrão
O antigo ministro das Obras Públicas Ferro Rodrigues defendeu hoje o modelo de parceria público-privada (PPP) como uma "resposta às necessidades do país", realçando que teria levado 25 anos a concluir a rede rodoviária só com investimento público.
Na comissão parlamentar de inquérito às PPP, o deputado socialista disse que a opção por este modelo "foi uma ideia de pragmatismo e de resposta às necessidades do país", lembrando que "era preciso um investimento de 1.800 milhões de contos, a preços de 1996, para a concluir a rede rodoviária".
"Entre 1991 e 1996, o investimento público na construção de novas estradas tinha sido de 60 milhões de contos. Assim, previa-se um período de 25 anos para a conclusão da rede rodoviária", declarou.
Segundo Ferro Rodrigues, no Governo de António Guterres, "estavam apenas 1.000 quilómetros de autoestrada em serviço. Faltavam construir 2.000 quilómetros de autoestrada".
Na comissão de inquérito parlamentar às PPP, o deputado socialista explicou que adjudicou as concessões Beira Litoral e Alta e Norte Litoral enquanto ministro das Obras Públicas do Governo de António Guterres porque teria sido "uma irresponsabilidade política não os ter assinado".
Quando assumiu a pasta das Obras Públicas, na sequência da demissão de Jorge Coelho, as duas concessões estavam "na reta final", faltando apenas proceder à "adjudicação definitiva", adiantou.
Ferro Rodrigues defende que teria sido "irresponsabilidade política" não ter adjudicado concessões
PPP's do regime
Pois, está a defender um dos principais ...
há 79 dias, 6 horas e 56 minutos
litos335
Só um CAMELO do tamanho de Ferro ...
há 79 dias, 7 horas e 15 minutos
Anónimo
Pois é, as PPP´s, os financiamentos ...
há 79 dias, 8 horas e 29 minutos
ajpestana
Percebo a necessidade de construír ...
há 79 dias, 9 horas e 39 minutos
H5O1
Reconheço que só de há uns tempos ...
há 79 dias, 9 horas e 40 minutos
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