por Lusa, publicado por Ana Meireles
Um complexo turístico no Alqueva, uma fábrica de painéis fotovoltaicos em Abrantes e a exploração mineira em Torre de Moncorvo: só com três projetos falhados, Portugal 'perdeu' investimentos de 3.000 milhões de euros e 8.000 postos de trabalho.
Os números avolumam-se com o abandono da fábrica de baterias prevista para Aveiro, um investimento de 56 milhões de euros que deveria criar 200 empregos.
Em Viana do Castelo, uma fábrica de pás de rotor da multinacional alemã Enercon, cuja primeira pedra foi lançada em 2008 pelo então primeiro-ministro José Sócrates, nunca mais avançou, deixando por concretizar a promessa de criação de um investimento de 55 milhões de euros e de criação de 500 novos postos de trabalho.
A crise, a conjuntura internacional e a falta de financiamento bancário são as principais razões apresentadas pelos promotores para o cancelamento ou adiamento dos investimentos anunciados.
Hoje mesmo, os promotores do maior complexo turístico para o Alqueva, liderados por José Roquette, garantiram que o processo de insolvência apresentado em tribunal implica o fim do projeto e a perda de 500 postos de trabalho.
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Ninguém perde o que nunca teve ...
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Anónimo
Deve ser esta a reestruturação ...
há 289 dias, 15 horas e 34 minutos
antonio pereira
Uma notícia escrita "com os pés" ...
há 289 dias, 16 horas e 38 minutos
Brasil
Acho pouco. Não quer ? Tem quem ...
há 289 dias, 16 horas e 56 minutos
XSen@
Em todos estes "grandes inbestimentos ...
há 289 dias, 18 horas e 39 minutos
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