Álvaro Costa tem as suas origens numa aldeia piscatória e conhece as realidades costeiras e marítimas "por dentro". É, por isso, "muito ligado" ao mar e considera imperativo "tomar conta" dele, através de "pequenas coisas".
Sente-se incomodado quando as pessoas "não são capazes de caminhar cinco passos para colocar uma garrafa de água no lixo" e considera fundamental "reinventar" a ligação de Portugal a este elemento, através da criação de negócios de produtos marinhos, uma "espécie de negócio de pastéis de nata, mas com pastéis de caranguejo, por exemplo". Da sua experiência, recorda a "delícia que é" estar na praia de Key West, na Florida, e "ver os paquetes a passar para as Bahamas", imaginando-se como "embarcadiço de um navio" a dar a volta ao mundo.
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