João Goulão é do interior do País, mas durante os 17 anos que viveu em Faro aprendeu a conviver com o mar quase diariamente.
O "vício" ficou e o presidente do Instituto da Droga e Toxicodependência, que agora vive em Lisboa, sente "uma grande necessidade de ver o mar de vez enquanto". Nesta zona, a sua praia preferida é a Costa de Caparica, mas lamenta que o seu "potencial inesgotável" não seja convenientemente explorado - ao nível dos apoios e das acessibilidades - para que as pessoas possam usufruir melhor das "condições naturais de que dispomos". Para Goulão, é inevitável fazer comparações com a orla costeira espanhola. E diz que "os apoios de qualidade e o cuidado urbanístico" que há no país vizinho "dificilmente têm paralelo em Portugal".
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