por Lusa
O primeiro-ministro afirmou hoje que o Governo está a analisar em que medida a quebra de receitas fiscais pode pôr em causa o objetivo do défice, mas que é cedo para falar em novas medidas de austeridade.
Em conferência de imprensa, no final de um encontro com o presidente da Colômbia, em Bogotá, Pedro Passos Coelho defendeu que o facto de os dados da execução orçamental indicarem que as receitas fiscais estão abaixo do orçamentado "não significa, nesta altura, que se deva fazer uma projeção linear para o resto do ano, dizendo que, portanto, o défice está em causa e que sejam precisas novas medidas de austeridade".
O primeiro-ministro acrescentou que o Governo está "a analisar com muita atenção aquilo que se passa do lado da receita, de modo a avaliar em que medida é que pode estar em causa o objetivo do défice" de 4,5 por cento para este ano, reiterando que este vai ser cumprido.
"É cedo, portanto, para estar a falar em quaisquer medidas de austeridade", concluiu.
Antes, Pedro Passos Coelho destacou o facto de a despesa primária estar abaixo do que estava projetado e alegou que o Governo está a cumprir o compromisso de controlar a despesa pública.
"O processo de consolidação orçamental é um processo que tem vicissitudes e tem riscos a que temos de estar atentos. Nós não temos aqui uma ciência exata. Sabemos que estamos no caminho certo. Sabemos que a única forma de mostrar o nosso nível de comprometimento com objetivos que estão traçados é o de prosseguir a consolidação orçamental pelo lado do controlo da despesa pública", considerou.
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Oh senhor primeiro-ministro, já ...
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joão b
....ele diz que " é cedo para ...
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Anónimo
Ó sr. Coelhinho, veja lá se resolvem ...
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