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Mulheres com o seu nome na ciência

 

Foi no Antigo Egipto que pela primeira vez uma mulher foi mencionada nos anais da ciência. A médica Merit Ptah abriu o caminho para o reconhecimento feminino neste campo. Já Marie Curie, mostrou que o sexo feminino pode chegar ao pódio dos pódios: A investigadora foi a primeira pessoa a ser duas vezes galardoada com o Prémio Nobel: o da Física em 1903 e o da Química, oito anos mais tarde, em 1911. Já os trabalhos científicos de mulheres como Rosalind Franklin, abriram caminho a que outros recebessem o galardão, sem que contudo recebesse os créditos pela sua investigação. Muitas mulheres destacam-se hoje em cargos de liderança nas sociedades científicas.

Nascida em 1947, a bióloga norte--americana recebeu o Prémio Nobel de Fisiologia e Medicina em 2004, juntamente com Richard Axel, pelo seu trabalho sobre receptores do olfacto. Em 1991, ao analisar ADN de ratos de laboratório, avançou que haveriam centenas de genes para os receptores olfactivos no genoma dos mamíferos. Esta pesquisa permitiu abrir a porta à análise genética e molecular dos mecanismos do olfacto. Está na Academia Americana de Ciências desde 2004.

A norte-americana é uma das físicas mais reconhecidas no seu país. Trabalha actualmente como investigadora e professora no Departamento de Física e Astronomia da Universidade da Califórnia em Los Angeles (EUA). Teve vários cargos na Sociedade Americana de Física, como Presidente do Fórum de História da Física, entre 2004 e 2005, Presidente do Fórum de Física e Sociedade, em 1982, e Conselheira da Sociedade de 1977 a 1981. Criou um site sobre mulheres da sua área.

A biofísica londrina, nascida em 1920 foi pioneira no campo da biologia molecular. Utilizando a técnica da difracção dos raios X, concluiu em 1949, que o ADN tinha forma helicoidal O seu trabalho permitiu aos bioquímicos James Dewey Watson, Maurice Wilkins e Francis Crick confirmar a dupla estrutura helicoidal do ADN, dando-lhes o Nobel de Fisiologia/Medicina (1962). Rosalind, que morreu em 1958, não foi galardoada porque o Nobel não pode ser atribuído postumamente.

A cientista francesa de origem polaca (chamava-se Maria Sklodowska e depois assumiu o nome do marido) foi a primeira pessoa a ser laureada duas vezes com um Prémio Nobel. Primeiro de Física, em 1903 (dividido com seu marido Pierre Curie e Becquerel) pelas suas descobertas no campo da radioactividade. Depois, oito anos mais tarde, com o Nobel de Química pela descoberta dos elementos químicos rádio e polónio. Foi uma directora de laboratório reconhecida pela sua competência.


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