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Paredes de Coura

O rock de Anna Calvi e o buliço dos Gang Gang Dance

por Marcelo Pereira. Texto editado por Nuno Galopim  

Anna Calvi durante a sua atuação em Paredes de Coura
Anna Calvi durante a sua atuação em Paredes de Coura Fotografia © Rui Oliveira / Global Imagens

O sol voltou a brilhar em Paredes de Coura. E foram muitos os concertos que deixaram boas memórias no quarto dia. Entre os nomes a reter ficam os Gang Gang Dance, Of Montreal, School of Seven Bells, Crystal Fighters ou Anna Calvi.

O sol raiou em toda o seu esplendor sobre Paredes de Coura. O ambiente é mais descontraído (os campistas já esqueceram o infortúnio que lhes devastou o acampamento).

A tarde é inaugurada pelos Gang Gang Dance, o grupo norte-americano que visitou Portugal em 2011 (no Serralves em Festa) e prometeu voltar. Serviu mais uma dose do seu buliçoso rock experimental que pouco a pouco foi agitando o público com a enérgica dinâmica de Eye Contact, o álbum editado no ano passado. De seguida, são os coloridíssimos of Montreal (foto em baixo) que levam alvoroço os festivaleiros. A lendária banda (que já conta com onze álbuns editados e com um vasto coletivo de fãs por todo o mundo), incitou o público de Paredes de Coura com o seu indie pop electrizante. Ao som do fresquíssimo Paralytic Stalks, disco lançado em Fevereiro de 2012 e que conquistou uma boa posição no top norte-americano, os of Montreal romperam com qualquer vergonha e convidaram toda a gente a dançar ao som de uma pop psicadélica tão divertida quanto alucinada. Levam o honroso prémio de concerto mais vistoso do dia.

Mais tarde é Anna Calvi (na foto que abre este texto) quem vem dá brilho à noite, no registo cru e severo que já lhe é tão característico. Não obstante as comparações que lhe têm sido traçadas face a artistas como PJ Harvey ou Patti Smith, a cantora britânica dá um concerto absolutamente único, rico nas peculiaridades musicais que a destacaram: a rigidez do seu instrumental que dá vivas ao rock alternativo, a voz máscula e a encantadora postura perante a plateia. Naquele que foi o seu quarto concerto em Portugal (tendo sido o primeiro no Optimus Alive! do ano passado, e os outros dois no Hard Club no Porto e na discoteca Lux em Lisboa, respetivamente), o público pareceu não se cansar da aspereza algo melancólica do seu álbum homónimo, editado em 2011.

Leia o texto completo no blogue Fora de Estúdio


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