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Paredes de Coura

E depois da chuva, uma noite épica para os Sleigh Bells

por Marcelo Pereira. Texto editado por Nuno Galopim  

Os Sleigh Bells na atuação em Paredes de Coura
Os Sleigh Bells na atuação em Paredes de Coura Fotografia © Rui Oliveira / Global Imagens

Os belgas dEUS e os australianos The Temper Trap eram talvez os mais aguardados. Mas o concerto da noite ficou por conta da banda de Alexis Krauss

Foi com o brotar do sol e o dissipar das nuvens que o terceiro dia de Paredes de Coura arrancou. E a responder à meteorologia mais favorável, o Palco EDP foi saudado pela relva verdejante que o circunda. Desta feita, e com os campistas visivelmente mais satisfeitos quanto às condições do recinto, são os radiantes Kitty, Daisy & Lewis que abrem o dia, com o seu tão saboroso espírito rockabilly frente a uma plateia que, embora substancialmente reduzida, se deixou envolver na atmosfera country (com algumas pinceladas de swing e blues inspirados em artistas como Muddy Waters ou até Johnny Cash). A versátil banda londrina, já com quatro discos editados, contribuiu da melhor forma para um início de tarde bem frutuoso. Conquistando ali mesmo vários fãs graças ao seu voluptuoso rock"n" roll, Kitty, Daisey & Lewis rapidamente se afirmaram como uma das maiores e mais deslumbrantes surpresas do festival, até agora.

E se o poder feminino atribuiu a Tune-Yards o galardão de melhor concerto do segundo dia desta edição do festival, em Sleigh Bells cabe o mesmo efeito na terceira noite, mas com valor acrescentado. Liderado pela portentosa Alexis Krauss, o grupo nova-iorquino deu um concerto absolutamente triunfante, elogiado por uma esmagadora parte dos que estiveram presentes. Ao som de êxitos mais antigos como Tell"Em ou Infinity Guitars ou do mais recente Comeback Kid (extraído de Reign of Terror, o último e não muito apreciado álbum da banda), Sleigh Bells redefiniram o conceito de dance-punk ao vivo, mantendo uma rock attitude livre dos clichés e facilitismos do género. Deliciando assim uma plateia que ansiava por mais e mais minutos de adrenalina, velocidade e um tão dançável "barulho". Sem sombra para qualquer dúvida, o concerto mais épico do dia.

Pode ler o texto completo no blogue Fora de Estúdio


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