Ficha Técnica

DIREÇÃO

Diretor Paulo Baldaia
Diretor adjunto Paulo Tavares

Subdiretores Joana Petiz e Leonídio Paulo Ferreira
Redatores principais Ferreira Fernandes e Ana Sousa Dias
Diretor de arte Pedro Fernandes

CONSELHO DE ADMINISTRAÇÃO

Presidente Daniel Proença de Carvalho
Administradores Vítor Ribeiro (Presidente da Comissão Executiva), José Carlos Lourenço, Teresa da Graça, Rolando Oliveira, Jorge Carreira e Luís Montez

REDAÇÃO

Editores executivos Graça Henriques

Editores executivos adjuntos Ana Mafalda Inácio (Sociedade), Artur Cassiano (Digital), Helena Tecedeiro (Mundo), Pedro Sequeira (Desporto)

Portugal Paula Sá (editora), Pedro Vilela Marques (editor), Ana Maia, Filipa Ambrósio de Sousa, João Pedro Henriques, Manuel Carlos Freire, Miguel Marujo, Pedro Sousa Tavares, Susete Francisco, Valentina Marcelino

Sociedade Carlos Ferro (editor), Sílvia Freches (editora adjunta), David Mandim (editor adjunto), Céu Neves (grande repórter), Fernanda Câncio (grande repórter), Ana Bela Ferreira, Carlos Rodrigues Lima, Filomena Naves, Joana Capucho, Rute Coelho

Desporto Nuno Sousa Fernandes (editor), Rui Frias (editor adjunto), Bruno Pires, Carlos Nogueira, Gonçalo Lopes, Isaura Almeida, João Ruela, Rui Marques Simões

Mundo Patrícia Viegas (editora), Abel Coelho de Morais, Ana Meireles, José Eduardo Fialho Gouveia, Susana Salvador

Artes Marina Almeida (editora), Marina Marques (editora adjunta), João Céu e Silva (grande repórter), Lina Santos, Maria João Caetano, Mariana Pereira

Digital Ricardo Simões Ferreira (editor), Patrícia Jesus (coordenadora), Bárbara Cruz, Elisabete Silva, Sofia Fonseca

Opinião Adriano Moreira, Alberto Gonçalves, André Carrilho, André Macedo, António Barreto, Anselmo Borges, Bernardo Pires de Lima, Inês Teotónio Pereira, João César das Neves, João Lopes, João Taborda da Gama, Joel Neto, Mário Soares, Miguel Ángel Belloso, Pedro Marques Lopes, Pedro Tadeu, Viriato Soromenho-Marques, Wolfgang Münchau e Yanis Varoufakis

Fecho de edição Elsa Rocha (editora), Ângela Pereira, Nuno Camacho

Arte Vítor Higgs (diretor adjunto), Eva Almeida (coordenadora), Marta Ruela Rocha (coordenadora), Fernando Almeida, Gonçalo Sena, Maria Helena Mendes, Sofia Xavier, Teresa Silva, Ana Kaiseler (infografia), Tânia Sousa (infografia)

Digitalização Nuno Espada (coordenador), Carlos Morgado, Inês Nazaré, Paulo Dias, Pedro Nunes

Dinheiro Vivo Rosália Amorim (diretora editorial)

Secretaria de Redação Carla Lopes (coordenadora) e Susana Rocha Alves

Secretária de direção Elsa Silva

Notícias Magazine Catarina Carvalho (diretora executiva), Paulo Farinha (editor executivo)

Evasões
Catarina Carvalho (diretora)

Conselho de Redação
Ana Bela Ferreira, Carlos Rodrigues Lima, Céu Neves, Maria João Caetano, Miguel Marujo, Pedro Sousa Tavares e Sílvia Freches

Publicidade
Luís Ferreira (Diretor-geral)

Direção Comercial
Paulo Pereira da Silva, Reinaldo Capela (agências) e Luís Barradas (diretos)

Direção de Marketing e Comunicação
Ana Marta Heleno (diretora)

Propriedade Global Notícias Media Group, SA; Matriculada na Conservatória do Registo Comercial de Almada. Capital social: 20 000 007,50 euros. NIPC: 502535369 Sede R. Gonçalo Cristóvão, 195-219, 4049-011 PORTO Filial Rua Tomás da Fonseca, Torre E, 3.º piso 1600-209 LISBOA Detentores de mais de 5% do capital social: Controlinveste Media, SGPS, SA - 27,5%; GAM Holdings - 27,5%; BCP, SA - 15%; Novo Banco, SA - 15%; Grandes Notícias, Lda. - 15%

ESTATUTO EDITORIAL

1. O DN é um jornal centenário, ao serviço do País, que tem como principal objetivo assegurar ao leitor o direito a ser informado com verdade, rigor e isenção.

2. O DN constitui, sem prejuízo da sua vivacidade jornalística, um traço de união entre todos os portugueses, independentemente das suas opiniões políticas ou crenças religiosas, desempenhando um papel moderador dos conflitos que se manifestam na sociedade portuguesa.

3. O DN concilia a sua vocação de órgão de grande informação com o seu papel tradicional de jornal de referência com responsabilidades na formação da opinião pública dirigente.

4. O DN respeita o normativo da Constituição da República segundo o qual o exercício dos direitos de liberdade de expressão e informação «não pode ser impedido ou limitado por qualquer tipo ou forma de censura», entendendo-se por censura a sonegação ilícita de informações, por razões políticas ou outras, e não a necessária e legítima seleção de notícias e artigos de opinião.

5. O DN assegura, nas suas páginas, a possibilidade de expressão e confronto das diversas correntes de opinião existentes no País, mas não esquece que o bom jornalismo se faz com o trabalho dos jornalistas e dos colaboradores dos jornais.

6. O DN verifica, escrupulosamente, as fontes noticiosas utilizadas e procura identificá-las com precisão, reservando-se o direito de analisar, caso a caso, as circunstâncias excepcionais que possam justificar o recurso, nos termos da lei, à respetiva confidencialidade, constituindo-se o jornal em garante da sua autenticidade.

7. O DN estabelece, rigorosamente, a distinção entre notícias e comentários, na base do princípio de que «os factos são sagrados, os comentários são livres», sem prejuízo da necessidade de ordenar, relacionar e explicar os acontecimentos relatados

8. O DN assume a responsabilidade de emitir opinião própria, através de editoriais assinados pela Direcção, sempre de acordo com uma linha editorial que se define pelas seguintes características:

  • - liberdade crítica e autonomia em relação a quaisquer entidades ou forças políticas, económicas ou de outra natureza;
  • - vinculação aos princípios democráticos nos domínios político, económico, social e cultural;
  • - respeito pelas normas consagradas na Constituição da República e na Declaração Universal dos Direitos do Homem;
  • - defesa dos valores culturais próprios do quadro nacional português, sem prejuízo do reconhecimento dos particularismos regionais e locais;
  • - rejeição sistemática da intolerância política ou religiosa e da segregação racista;
  • - defesa de uma perspetiva de desenvolvimento económico e justiça social para a sociedade portuguesa, tendo em vista a correcção das desigualdades mais flagrantes entre pessoas, grupos sociais e regiões;
  • - combate e denúncia das violações dos direitos fundamentais do homem universalmente consagrados.

9. O DN hierarquiza o seu noticiário segundo critérios de natureza jornalística, procurando avaliar a sua importância relativa, com a objetividade possível, e não consoante apriorismos ideológicos.

10. O DN preza um conceito de seriedade jornalística e não cede ao apelo fácil do sensacionalismo, que procede através do empolamento do escândalo político, do crime e do sexo, apesar de ter perfeito conhecimento dos benefícios possíveis em termos de mercado de leitura.

11. O DN rejeita o jornalismo de tipo confidencial, que não hesita perante a devassa à intimidade da vida privada dos cidadãos, do mesmo modo que se recusa a conduzir campanhas com o objetivo de denegrir a reputação de pessoas ou instituições.

12. O DN consagra particular atenção, na linha que lhe é tradicional, ao noticiário e à divulgação cultural, e procura manter as suas colunas abertas à colaboração das personalidades de maior relevo da cultura portuguesa.

13. O DN garante aos seus profissionais de jornalismo o pleno respeito pelos princípios éticos da Imprensa, consagrados no Estatuto do Jornalista e no Código Deontológico da profissão, e reconhece a importância da ação do Conselho de Redacção para a respetiva salvaguarda.

14. O DN segue a orientação definida, nos termos da Lei de Imprensa, pelo seu diretor e por este Estatuto Editorial, tendo como limites os princípios consagrados na Constituição.

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