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Quando as redes sociais batem os canais de notícias

por EURICO DE BARROS  

Quando as redes sociais batem os canais de notícias

Quem estivesse no Facebook ou no Twitter na madrugada de quinta-feira ficaria rapidamente mais bem informado sobre o sismo do que quem estivesse dependente da televisão.

'Eu Sobrevivi ao Sismo de 2009!' (mais de 6 mil fãs ontem à noite) e 'Pessoas que não Sentiram o Sismo de 2009' (mais de mil fãs, idem) são dois dos grupos de fãs que se formaram no Facebook, muito pouco tempo depois do sismo sentido em Portugal na madrugada de quinta-feira, registado e comentado em tempo real na Internet.

As redes sociais bateram as televisões e os títulos online em termos de rapidez de reacção e de quantidade de informação sobre o tremor de terra. E nem é bom falar nos sites institucionais portugueses, nos quais nem sequer se conseguia entrar para saber pormenores sobre o sucedido.

Alguns minutos depois do abalo, já havia no Facebook e no Twitter quem tivesse escrito notícias minimamente detalhadas sobre a ocorrência, e colocado links de instituições estrangeiras ligadas à sismologia e aos fenómenos geológicos, onde se podiam ler textos e ver gráficos.

A olisipógrafa Marina Tavares Dias, autora da série de livros Lisboa Desaparecida, postou no Facebook, num abrir e fechar de olhos, a capa da revista O Século Ilustrado sobre o tremor de terra de 28 de Fevereiro de 1969, recebida com muitos comentários de congratulações pela velocidade de resposta - e pelo arquivo inesgotável.

Entretanto, as televisões generalistas não tugiam nem mugiam, enquanto que os canais de notícias em contínuo avançavam algumas tímidas informações. A RTP N, por exemplo, mantinha no ar um debate sobre futebol.


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