Trabalhar para o Estado ainda compensa?

Os regimes laborais da da função pública e do sector privado têm vindo a aproximar-se. Mas subsistem diferenças significativas que penalizam, em geral, os mais qualificados.

Há umas décadas, o sonho de muitos pais era ter um filho a trabalhar para o Estado, que lhe garantia um salário aceitável, protecção na doença, um "bom horário", um emprego para a vida e uma reforma generosa. Mas as coisas estão a mudar, diz o Público.

As profissões mais qualificadas saem a perder no Estado. Isso é visível na área da economia (onde os funcionário públicos ganham menos 18,6% do que se trabalhassem no privado) e das tecnologias da informação (a diferença salarial é de menos 13,8%).

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