Governo insiste em cobrar mais aos funcionários públicos

Passos Coelho, Paulo Portas e Vítor Gaspar estão de acordo: proporcionalidade não obriga a tratar todos por igual e funcionários públicos vão pagar mais do que privados.

O princípio de que a austeridade deve recair mais sobre os trabalhadores do Estado é partilhado pelo primeiro-ministro e pelo ministro das Finanças, e deverá enformar o Orçamento de Estado para 2013.

Segundo o Expresso, a solução em que Vítor Gaspar está a trabalhar, para contornar o acórdão do Tribunal Constitucional que chumbou os cortes nos subsídios dos funcionários públicos e pensionistas (que valiam 2 milhões de euros), vai manter a discriminação entre os dois mundos. A penalização maior sobre os funcionários públicos do Estado vai repetir-se, embora de forma menos acentuada.

As hipóteses comentadas no Governo sucedem-se, diz o semanário: um novo corte administrativo nos salários dos funcionários públicos, a supressão de apenas uma parte do subsídio ou a possibilidade de pagamento dos subsídios de Natal e de férias em títulos da dívida pública.

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