Chefe das secretas sugere escutas e polígrafo para fiscalizar espiões

Júlio Pereira admitiu aos deputados que seria uma mais-valia os serviços terem base legal para escolher e acompanhar os funcionários com mais rigor: deputados discordam e constitucionalistas dividem-se. escreve o Público.

O chefe das secretas não convenceu os deputados sobre os benefícios de adoptar métodos por agora ilegais, escreve hoje o jornal Público.

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