MP aguarda dados de Inglaterra

A polícia inglesa ainda não enviou todos os elementos pedidos pelo Ministério Público para encerrar investigação em Portugal.

Apesar de várias promessas de que iria enviar o mais rapidamente possível elementos para Portugal, a Serious Fraud Office (SFO) ainda não deu ao Ministério Público tudo o que a investigação portuguesa pediu, segundo disse ao DN fonte ligada ao processo Freeport.

A mesma fonte precisou que a investigação aguarda este elementos para, "depois de tudo cruzado e investigado", encerrar a fase de inquérito.  E depois os dois procuradores do processo, Vítor Magalhães e Paes de Faria decidirão se avançam para uma acusação ou se arquivam.  "Andam os dois estoirados", contou ao DN um colega de ambos do Departamento Central de Investigação e Acção Penal (DCIAP), adiantando que, uma vez que se trata de um processo prioritário, a equipa está a ter o apoio de outros magistrados daquele departamentos, assim como os elementos da Polícia Judiciária de Setúbal que investigam o caso passaram a trabalhar em Lisboa, lado a lado com os procuradores.

Até agora, sete pessoas foram constituídas arguidas: Charles Smith e Manuel Pedro (ex-sócios da empresa Smith&Pedro), Carlos Guerra (antigo presidente do ICN), José Manuel Marques (ex-assessor da Câmara de Alcochete), Dias Inocêncio (antigo presidente da autarquia), João Cabral (engenheiro) e Capinha Lopes (arquitecto).

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