Grupo Lena quer continuar a investir na Venezuela

O presidente do grupo Lena, empresa portuguesa com interesses económicos na Venezuela, afirmou hoje não acreditar "que haja grandes mudanças" no rumo do país após a morte do presidente Hugo Chávez.

Em declarações à agência Lusa, Joaquim Paulo Conceição afirmou que "a doença do presidente [Hugo Chávez] já era largamente sabida", fazendo "antever este desfecho" e acrescentou não acreditar que "haja grandes mudanças".

O presidente do grupo Lena acredita que a presença da empresa portuguesa na Venezuela vai continuar e provavelmente reforçar-se até porque "há um trajeto de políticas sociais que se vai manter", pelo que a aposta nas habitações sociais, para o qual a empresa tem um contrato para a construção de 50.000 casas sociais, também deverá prosseguir.

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