Um banco que dava milhões a quem pedia

Enquanto ao comum dos mortais eram exigidos uma pilha de documentação e garantias para assegurar um empréstimo para a compra da casa, durante vários anos o BPN estendeu uma passadeira vermelha a um grupo restrito de pessoas: dos processos que decorrem nos tribunais e das auditorias realizadas nos últimos anos, percebe-se que praticamente bastava pedir crédito.

Sendo que Oliveira e Costa parecia ter uma especial predileção por terrenos, já que grande fatia deste tipo de crédito tinha como finalidade o investimento no sector imobiliário. O DN faz uma radiografia sobre os maiores créditos concedidos, passando por contratos de publicidade com Scolari e Figo e ainda os pagamentos feitos em numerário a membros do antigo conselho de administração do banco

Leia mais no e-paper do DN.

Últimas notícias

Recomendadas

Contéudo Patrocinado

Mais popular