Governo japonês manifestou tristeza pela morte de Jackson

O governo japonês manifestou hoje a sua tristeza, após a morte de Michael Jackson, uma estrela que desencadeava as paixões no arquipélago.

"É triste, seguia-o desde que começou com os Jackson Five", declarou o ministro do Interior e da Comunicação, Tsutomu Sato, 57 anos, durante uma conferência de imprensa.

O seu colega da Defesa, Yasukazu Hamada, 53 anos, prestou homenagem a um cantor "autor de várias canções populares, emblema de uma geração".

"Que influência ele tinha!", exclamou ao seu lado o porta-voz do governo, Takeo Kawamura, 66 anos.

Nas ruas de Tóquio, as pessoas manifestaram a sua surpresa e a sua tristeza ao saber da notícia.

"Estou em choque. Um gigante morreu", declarou Masato Tanaka, 30 anos, baixista de um grupo de música.

Mayumi Takeda não queria acreditar na sua morte.

"Está certo? É oficial? Parece irreal", referiu esta mulher de 35 anos.

"Pensava que voltaria a cantar no Japão. Vamos sentir-nos sós sem ele. Era realmente uma estrela, um homem saído de um sonho", prosseguiu.

Michael Jackson realizou várias visitas ao Japão.

Em 2007, reservou para si uma grande loja de electrónica da capital para poder fazer as suas compras.

Durante uma das suas aparições na Disneylândia de Tóquio, os organizadores do parque de atracções, prevenidos à última da hora, sentiram muitas dificuldades para controlar a multidão electrizada pela presença "do rei da Pop".

Michael Jackson organizou igualmente uma noite "privada" para centena de fãs desejosos de o conhecer proporcionando-lhes, mediante o pagamento de 400.000 ienes (3.000 euros), um jantar e uma fotografia na sua companhia.

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