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Do prado para o prato

A produção de carne é um processo especializado onde até a qualidade da pastagem faz a diferença

Regimes extensivos, condições edafoclimáticas, testes sensoriais, estas são apenas algumas das expressões usadas quando se fala de carne. A razão que justifica a utilização de termos tão técnicos é precisamente a complexidade deste setor, o da agropecuária, que por vezes escapa aos consumidores, habituados a pensar na carne apenas no momento do consumo.

Mas esse é um comportamento que, felizmente, está a mudar. Não só porque do lado da produção e comercialização existe uma grande preocupação com o rigor dos procedimentos, mas também porque os consumidores estão, aos poucos, a perceber a vantagem de saber de onde vêm os alimentos que servem à sua mesa. E também existe um termo técnico para isso: a rastreabilidade.

Mas vamos por partes, ou melhor, por cortes. Se fizermos o percurso inverso, partindo do consumidor final até à origem dos produtos frescos, vemos que existem várias etapas com enorme importância para a "construção" da qualidade que consumimos. A mestria no corte é uma dessas etapas e ninguém sabe disso melhor do que as pessoas que todos os dias assumem a responsabilidade pela carne exposta nas secções de talho das lojas Continente. São pessoas que sabem bem a diferença que faz o corte correto da carne no seu sabor depois de cozinhada, ou a quantidade de gordura que a carne deve ter. São, numa palavra, especialistas.

E basta falar poucos minutos com um criador de gado em Portugal para perceber que também eles são especialistas no que fazem e que o fazem com gosto. A maneira como defendem as raças autóctones é uma das razões pelas quais a carne nacional dos Frescos Continente é de reputadíssima qualidade. E defender as raças nativas de Portugal - como a Minhota, Arouquesa, Mertolenga, e a Alentejana - é também defender uma criação assente no seu pastoreio em liberdade, o tal regime extensivo, que se traduz numa alimentação 100% natural para os animais, com ganhos óbvios para os consumidores.

Estes ganhos traduzem-se em perfis de sabor distintos, em carne mais tenra mas também mais saudável. A comunidade científica já deixou bem claro que os métodos de criação em regime extensivo podem dar origem a carnes com maior teor de vitaminas essenciais ao funcionamento do nosso organismo e é por isso que importa saber de onde vêm os Frescos Continente que consumimos todos os dias, para que a escolha seja sempre informada. Por muito que tudo aconteça longe do nosso olhar, este rigor e verdadeira paixão pela produção da melhor carne é algo que salta à vista.

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