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De que forma mudamos o mundo?

Neste novo paradigma social, até as ações mais pequenas têm, por vezes, um impacto de alcance mundial

Estamos muito perto de alcançar uma conectividade verdadeiramente global. Todos os dias entramos em contacto com notícias, produtos e até pessoas de diferentes geografias e esse contacto, de forma mais ou menos visível, tem um efeito na nossa vida, é um elo que pode dar lugar a inovação, mudança positiva. A questão que se coloca, tanto a nível pessoal como social, é como podemos mudar o mundo para melhor?

Vários estudos sociológicos demonstram que a noção de "felicidade" tornou-se menos dependente dos bens materiais que temos, para passar a depender daquilo a que os indivíduos aspiram ser. Ou seja, o ser humano quer influenciar o mundo com a sua ação, com a sua energia.

É com nessa mesma filosofia que a Galp se inspira - e tenta inspirar - ao lançar a sua mais recente campanha. Sendo uma empresa energética a operar a nível global, ainda assim a empresa reconhece o valor dos laços de proximidade, do papel que todos nós temos no mundo.

Se o mundo é uma rede, cada elo está interligado a todos os outros, numa espécie de parceria gigante, em que cada ação tem um potencial imenso de repercussão.

Ao longo das últimas décadas, a empresa tem firmado a sua atividade nestes laços, na construção de uma base de confiança, de partilha de conhecimento que origine inovação, desenvolvimento tecnológico mas também social, que afete de forma positiva todos os níveis desta grande relação entre a empresa e as pessoas.

A nível pessoal, organizacional, global, o objetivo da Galp é gerar mais e melhor energia, o que explica a presença, pela quarta vez consecutiva, no Dow Jones Sustainability Index.

Por isso, quando confrontados com a questão de "como podemos mudar o mundo?", a Galp defende que já o fazemos, todos os dias. O que para uma empresa como a Galp se traduz, por exemplo, em projetos de investigação e formação científica, como o Instituto do Petróleo e Gás. A nível pessoal todos nós contribuímos para essa mudança, desde o escritor que procura emocionar o leitor com as suas palavras, ao voluntário que dedica o seu tempo a uma causa humanitária. Todos fazemos a mudança, com a energia que dedicamos ao mundo.

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