"A decisão não encerra qualquer assunção de culpa"

Vice presidente dos leões pediu a suspensão do mandato, na sequência do "caso José Cardinal", justificando a sua decisão com os "superiores interesses" do Sporting.

Paulo Pereira Cristóvão justificou esta quinta-feira o pedido de suspensão do seu mandato de vice-presidente do Sporting com os "superiores interesses", rejeitando, em comunicado enviado à agência Lusa, que este ato represente "assunção de culpa".

"Face ao ocorrido, entendi que, estando a minha honestidade pessoal, e enquanto dirigente, em causa, deveria apresentar, ao presidente do Conselho Diretivo, com efeitos imediatos, o meu pedido de suspensão do mandato como vice-presidente do Conselho Diretivo do Sporting Clube de Portugal", afirmou Paulo Pereira Cristóvão.

"Tal decisão não encerra qualquer assunção de culpa, antes pelo contrário, e deve-se única e exclusivamente, com aquilo que entendo serem os superiores interesses do Sporting Clube de Portugal", salientou.

O vice-presidente do Sporting com o mandato suspenso confirmou ter sido constituído arguido num processo de denúncia caluniosa, assim como a realização de diligências na sua residência e na sua empresa, assim como no Estádio José Alvalade, tal com o clube leonino já tinha informado, no seu sítio oficial na Internet.

"No dia de hoje foram efetuadas buscas à minha residência, à minha empresa e às instalações do Estádio José Alvalade, e no decurso das quais fui constituído arguido, num processo de denúncia caluniosa", acrescentou Paulo Pereira Cristóvão, sem mais detalhes: "Sobre este assunto, nesta fase, nada mais entendo que deva declarar".

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