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Exportação

Relva artificial da Safina no Brasil e Emirados Árabes

por HELDER ROBALO  

Empresa fechou acordos para marcar presença em novos mercados internacionais. Objectivo é diversificar.

Emirados Árabes Unidos e Brasil são as grandes apostas internacionais da Safina para 2011. Numa altura em que a Europa vê vários países pressionados pelos mercados externos, a empresa produtora de relva artificial, alcatifas, passadeiras e tapetes de fibras têxteis artificiais e sintéticas procura diversificar mercados e, sobretudo, evitar que 66% da sua exportação estejam concentrados no mercado espanhol.

"Ainda não sentimos a pressão dos mercados, mas, antes que o telhado nos caia em cima, vamos procurar tapar os buracos", explica o presidente executivo da empresa sediada em Cortegaça, referindo que "é preciso diversificar as exportações". "Estamos muito focados no mercado ibérico, pelo que procuramos fazer um split das exportações", frisa o presidente executivo.

A empresa fechou um acordo com um exportador para o mercado brasileiro, que está a dar os primeiros passos. "Está a fazer a selecção dos produtos a exportar", diz, e adianta: "Se conseguir apanhar uma cota de mercado semelhante à de um outro fornecedor, estamos a falar de uma facturação anual da ordem dos 250 mil euros, no imediato." Um valor equivalente a uma cota de exportação da ordem dos 3%, sublinha António Pedro Coelho.

Com a possibilidade de expansão para outros países da América do Sul em estudo, foi ainda fechado "um contrato de representação comercial nos Emirados Árabes Unidos". O presidente da Safina diz que é "uma equipa de portugueses que lá está e tem feito algum trabalho exploratório a nível de contactos". "Mas aqui é mais complicado prever quanto pode valer o mercado em termos de cota de exportação", frisa.

Para lá dos mercados onde já está presente, a empresa está a estudar o mercado angolano. "O meu pai esteve lá a semana passada e veio bastante entusiasmado depois de estabelecer alguns contactos", diz António Pedro Coelho, admitindo que "é um mercado onde é difícil entrar e é necessário um bom parceiro".

A Safina não sofre para já qualquer impacto negativo nas suas contas devido à crise. Aliás, segundo os responsáveis da empresa, "a Safina está a crescer cerca de 15% no primeiro trimestre do ano face ao período homólogo de 2010". Isto após fechar o ano com uma facturação global de 10 milhões de euros, dos quais 67% são referentes a exportações. O crescimento, diz António Pedro Coelho, é sustentado. "Em 2009, facturámos cerca de 7,2 milhões de euros, dos quais 55% são referentes a exportações", explica.

Com o objectivo de alcançar os 14 milhões de euros de facturação em 2014, a empresa tem em marcha um plano de investimento de três milhões de euros que passa "por um aumento da capacidade produtiva, pela integração de novas técnicas de fabrico e pela melhoria de processos".

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