por JOÃO CRISTÓVÃO BAPTISTA
CGTP e UGT apresentaram as suas propostas. CTP fala em irresponsabilidade.
Os sindicatos não aceitam aumentos salariais inferiores a 2,5% em 2011. O alerta foi feito pela UGT, que ontem apresentou uma proposta de aumento médio de 2,9% para o próximo ano. Também a CGTP tinha já apresentado a sua proposta, considerando ser "um imperativo nacional" o crescimento dos salários em 3,5%. O documento apresentado pela UGT prevê "uma orientação para a negociação colectiva de aumentos salariais entre 2,6% e 3,2%". A variação entre valores, explica a plataforma liderada por João Proença, "depende do aumento da produtividade, da situação económica e financeira de cada empresa". Os números avançados pela UGT são justificados com as mais recentes previsões do Governo, que apontam para uma inflação de 2% esperada para 2011 e pelas expectativas em relação ao aumento da produtividade.
A proposta, que fala de um "registo histórico" na evolução da produtividade, refere que este crescimento deve fixar-se nos 1,2%, um aumento que deve ser reflectido nos aumentos para 2011, adianta a UGT.
Mais ambiciosa é a proposta da CGTP, que sublinha que o aumento de 3,5% proposto pela intersindical é essencial "para assegurar uma mais justa distribuição da riqueza, combater a pobreza e estimular a economia". Na apresentação da proposta, Carvalho da Silva considerou indispensável que os aumentos salariais do próximo ano tenham em conta a inflação, a produtividade e a reposição de perdas de anos anteriores. "O aumento salarial abaixo de 3,5% não assegura uma justa distribuição da riqueza", afirmou.
Embora não tenha havido reacções dos restantes parceiros sociais a estes números, a Confederação do Turismo de Portugal (CTP) acusa os sindicatos de "irresponsabilidade" pelas propostas avançadas. "A CTP considera de alguma irresponsabilidade que, na situação económica em que vive o País, se discutam aumentos para os que têm a felicidade de poder manter o seu trabalho enquanto aumenta o número de famílias cujas carências podem não conseguir ser supridas pela Segurança Social", disse fonte da CTP ao DN.
Gonçalo
Oiça la mas quem é que pensa que ...
há 530 dias, 5 horas e 52 minutos
silva
Em portugal o emprego podia estabilizar ...
há 531 dias, 15 horas e 6 minutos
Emanuel
Aumentos apenas para salários ...
há 532 dias, 10 horas e 18 minutos
Nota: Os comentários deste site são publicados sem edição prévia e são da exclusiva responsabilidade dos seus autores. Consulte a Conduta do Utilizador, prevista nos Termos de Uso e Política de Privacidade. O DN reserva-se ao direito de apagar os comentários que não cumpram estas regras. Receber alerta de resposta - será enviado um alerta para o seu e-mail sempre que houver uma resposta ao seu comentário. Aparecer como anónimo - os dados (nome e-mail) são ocultados. Os comentários podem demorar alguns segundos para ficarem disponíveis no site.
Utilizador Registado Utilizador Não Registado
Médicas condenadas por corrupção
"Polícia pensou que eu era um namorado abandonado"
Euromilhões: Combinação vencedora
Relvas coordena comissão para criar emprego para jovens
Estufa fria volta a encerrar para obras de requalificação
"Sistema" de atribuição de bolsas tem de ser revisto
Motorista atira ciclista para fora da estrada com autocarro
"Cordão sanitário" protege o Presidente da República
MP pede investigação à morte de triplo homicida
Substituições certeiras de Sá Pinto
Passos diz que taxa de desemprego era previsível
Ex-marido de Whitney Houston vai estar no funeral
"A mulher deve poder ficar em casa"
Sócrates pediu ajuda externa após 'discussão' com Soares
Suspeito de triplo homicídio enforcou-se na cela
Vídeo confirma apupos no Dragão
O Presidente devia explicar por que razão cancelou a visita à Escola António Arroio?
Feira do Livro
Guia Indispensável do Emprego
O número de leitores do DN aumentou 27%
Todas as Iniciativas DN