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Luso-Roux duplica leilões de imóveis

por

ndiana mendes  

Colocar imóveis em leilão parece ser cada vez mais uma solução para a banca e potenciais compradores. A acumulação de imóveis em carteira pede uma solução rápida e líquida e os particulares ou empresas procuram simplesmente um bom negócio. A Luso-Roux, empresa holandesa dedicada à avaliação de activos, "descobriu" uma brecha importante no mercado os leilões. No ano passado foram organizados quatro com cerca de 100 casas cada (50 no Porto e Lisboa). Este ano, a conta já subiu aos seis, mas "até ao fim do ano são esperados mais três", frisou Ana Ferro, a directora comercial da Luso-Roux Portugal, o que significa que as vendas podem duplicar.

"A banca concedeu muito crédito até 2001/2 e sabe-se que, por força da crise económica, a bolsa de cada um está mais apertada, havendo consequências negativas para o mutuário e para a banca a jusante", afirmou a responsável. Foram estes casos de malparado que inspiraram a Luso-Roux, e posteriormente a Euro Estates, a lançar esta modalidade. Ana Ferro considera que " esta é uma solução alternativa. É muito líquida e permite vender num dia entre 60 a 70 imóveis".

Quando iniciaram com mais vigor esta fórmula original de mediação imobiliária, o crédito de cobrança duvidosa aumentava no País. Em Julho deste ano, porém, o malparado na habitação caiu 3,87% face ao mês anterior, passando de 1,13 mil milhões de euros para 1,091 mil milhões, segundo dados do Banco de Portugal.

A perpetuação da crise económica e o aumento do endividamento dos portugueses é, no entanto, uma fonte de riscos para os bancos. Embora de cientes do facto, têm mantido a até aumentado a concessão de créditos por motivos concorrenciais, sem alterar substancialmente os critérios de atribuição dos mesmos.

Os imóveis que sobem à praça transmitem um pouco do que se passa no mercado do crédito, já que 90% das casas têm origem na banca. Ana Ferro frisou que "a maioria dos imóveis têm alguma idade e são provenientes de zonas mais complicadas, onde há mais necessidade de crédito", e que obviamente correm mais riscos de falha nos pagamentos.


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